Família chamada a viver da Eucaristia

No sacramento da Eucaristia, Cristo deixou-se a Si próprio como alimento, para que Nele tivéssemos vida e vida em abundância (cf. Jo 10, 10). No ano em que a Igreja celebrou o Ano da Eucaristia, o Papa João Paulo II propôs este admirável sacramento como força educativa para a família, ou seja, força divina que nos alimenta, encoraja, orienta e sobretudo nos fortalece.
A evangelização até hoje no Brasil se contentou de um conhecimento mínimo e precário de doutrina, tendo como base a catequese infantil e se limitou a cultivar uma prática religiosa muito e muito devocional, tendo como pano de fundo uma simples religiosidade natural. O mundo moderno da ciência e da tecnologia, como também o avanço de outras religiões, de seitas heredicais, do ateísmo militante e da secularização galopante, começaram a colocar em discussão os valores espirituais e morais, pregados pelos cristianismo, ao longo dos tempos, difundindo insegurança e desorientação.
Neste ano de 2015, a Igreja Católica celebra o 50º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II, realizado de outubro de 1961 a outubro de 1965. Este evento tão marcante foi chamado o “Pentecostes do século XX”. Personalidades importantes do Concílio foram os papas João XXIII e Paulo VI. As grandes intuições e orientações dessa “assembleia geral” do episcopado católico do mundo inteiro estão ainda longe de serem postas plenamente em prática, muito embora um caminho significativo já tenha sido percorrido nesses 50 anos.
Por ocasião do 80º aniversário da encíclica “RERUM NOVARUM” (o primeiro documento da Igreja sobre o mundo do trabalho, publicado pelo Papa Leão XIII, em 1881), o papa Paulo VI escrever a Exortação Apostólica "OCTOGÉSIMA ADVENIENS”, em 1971, na qual afirma: “A política é uma maneira exigente de viver o compromisso cristão a serviço dos outros. Política significa a arte de bem governar os bens públicos. É a arte mais nobre, pois promove o bem comum” (nº 41).
 A campanha em favor da "Ficha Limpa" mobilizou milhões de pessoas, que acreditaram na possibilidade da decência e da ética na vida política. A lei, já san¬cionada, está em vigor. O País agradece aos cidadãos, que se em¬penharam para barrar, antes das urnas, pretendentes a mandatos políticos, que não podem osten¬tar idoneidade moral para gover¬nar ou legislar. Mas, nem todos os políticos foram ou são "fichas sujas". Mui¬tos desempenham com dignidade e grandeza a sua missão.
A prática de fazer o sinal da cruz é o que há de mais visível na Igreja Católica Romana, mas é também praticado pela Ortodoxa Oriental e Episcopal. A história do sinal da cruz remonta a Tertuliano, o pai da igreja primitiva que viveu entre 160 e 220 d.C. Tertuliano escreveu: “Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos, quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar, quando nos sentamos, nessas ocasiões e em todas as nossas demais atividades, persignamo-nos a testa com o sinal da Cruz.”
“A Bíblia reserva a Javé o título de “Santo”: Deus é o ”Outro”, tão transcendente e tão longínquo que o homem não pode nem pensar em participar de sua vida. Diante de sua santidade (Gn 28,10 – 19,1 Sam 6,13 – 21; 2 Sam 6,1 – 10) o homem é tomado pelo temor e tremor (Ex 3,1 – 6; Gn 15,12). A história do povo de Israel revela que Deus ama comunicar sua santidade ao homem (Is 12,6; 29,19-23; 30,11-15; 31,1-3),
No dia 11 de outubro de 1962, o Papa João 23 abria de modo solene, o Concílio Ecumênico Vaticano II. Bento XVI, em recente pronunciamento, promulgou o Ano da Fé, para comemorar os cinquenta anos deste extraordinário evento, o mais marcante da Igreja Católica no século XX e um dos mais importantes de toda sua história quase bimilenar.
O Concílio Vaticano II, celebrado ao longo de três anos, 1962-1965, foi profundamente marcado pelo “sopro do Espírito Santo”. Foi um Concílio de “continuidade” e de “novidade”. Renovou efetivamente a face da Igreja: foi o Pentecoste do século XX. O Papa João 23, ao convoca-lo levantou no mundo inteiro uma onda de esperanças e de otimismo sem medida: num mundo dilacerado e dividido por tensões politicas e religiosas, o Papa queria buscar a unidade dos cristãos e,
A tradição litúrgica da Igreja chama este Terceiro Domingo do Advento de Gaudete, isto é “Alegrai-vos!” No Missal Romano, a antífona de entrada exclama: “Alegrai-vos sempre no Senhor. De novo eu vos digo: alegrai-vos! O Senhor está perto!” (Fl 4,4.5). Como expressão dessa alegria, pode-se usar no lugar do roxo, o cor-de-rosa, no tom conhecido como “rosa antigo”. É um roxo suavizado, que exprime a exultação pela aproximação do Santo Natal. Alegrai-vos! Alegremo-nos! O Senhor está perto! Está próximo o Natal; está próxima a Vinda do Senhor; está próximo de nós o Salvador nosso nos diversos momentos de nossa existência! Ele não é Deus de longe; é Deus de perto: seu nome será para sempre Emanuel, Deus-conosco!
Os Atos dos Apóstolos mostram como ele tomava a dianteira logo nos primeiros tempos da Igreja - no dia de Pentecostes, no pórtico de Salomão (At 3,12-26 - ) , diante do tribunal judeu - At 4,8-12, no caso de Ananias e Safira ( At 5,1-11 ) , ao receber o primeiro pagão Cornélio , no seio da Igreja (At 10,1-48), ao pregar na Samaria (At 9,32-43) . No ano de 42 é aprisionado em Jerusalém e, uma vez solto "retira-se para outro lugar" - cfe At 12,17 . Para onde terá ido ? - Uma tradição em voga do século 4 em diante refere que Pedro morou 25 anos em Roma ou seja, de 42 a 67.